A história de sucesso da Aprilia

 

 

Nascida nas corridas

Com 294 vitórias obtidas em Grandes Prémios em Campeonatos Mundiais, a Aprilia detém o recorde de construtor europeu com mais vitórias na história da competição de motos. A estes números, juntam-se 54 títulos mundiais: 38 em Road Racing World Championship (20 em 125 e 18 em 250), 7 em Superbike ( ambos piloto e fabricante em 2010, 2012 e 2014 e fabricante em 2013) e 9 em disciplinas Off Road (7 em Supermoto e 2 em Trial).

Em Dezembro de 2004, a Aprilia torna-se parte do Grupo Piaggio que, com a reorganização do Departamento Racing de Noale, leva a marca baeada em Veneto às vitórias no Campeonato Mundial e abre horizontes à atividade desportiva: desde o regresso às atividades off road às vitórias da RSV4 em Superbikes.

No mesmo periodo, a Aprilia acumulou 28 títulos mundiais e uma coleção incontável de títulos europeus e nacionais. Todos os fins-de-semana, por todo o mundo, as Aprilia levam para as pistas a honra do motociclismo italiano e europeu, alimentando desejos e fazendo nascer jovens pilotos para competir no campeonato mundial

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60s / 70s

A Aprilia inicia o fabrico de motos no final dos anos 60 e logo em 1970 produz uma 50 de motocross que se desenvolve para 125, até chegar pela primeira vez à competição em meados dos anos 70.

Após a estreia em motocross em 1975, a Aprilia entra no World Championship Motorcycle Racing, para enfrentar as imbatíveis japonesas na competitiva classe de 250.

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80s

O ano é 1985 e a primeira moto tem um quadro de dupla trave em alumínio acoplado a uma forquilha Marzocchi e a um monoamortecedor montado numa suspensão de tipo pro lever. O seu motoré de dois cilindros a dois tempos, Rotax. Na sua estreia em 23 de Março de 1985, em Kyalami, África do Sul, Loris Reggiani termina em 12º. Durante o resto do campeonato, a moto tem um desempenho tão positivo que Reggiani alcança o terceiro lugar em Rijeka e em Ímola.

Em 1987, a Aprilia 250 sobre depressa ao topo. Um novo chassis e melhoramentos no motor conduzem ao segundo lugar (Salzburgo e Rijeka). A vitória está à vista e, de facto, surge em Misano. A data é 30 de Agosto de 1987, e Reggiani cunduz a sua AF1 250 ao primeiro sucesso num Grand Prix.

Em 1988, a Aprilia inicia-se na classe 125 e, imediatamente, no GP de França, chega ao podium.

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'90 - '95

Algumas épocas mais tarde, sedenta de resultados, a Aprilia 250 muda radicalmente, a começar pelo nome: a RS250V nasce na época de 1991 e a nova moto prova imediatamente ser uma máquina excecional. A vitória chega na corrida de Assen, imediatamente replicada por Reggiani em Paul Ricard. E então, surge um grande talento: Max Biaggi vence o campeonato de 250.

O ano de 1991 também traz a primeira vitória na classe 125 para a Aprilia: Alessandro Gramigni vence na Checoslováquia.

 

Em 1992 chega o primeiro título da Aprilia no World Championship Motorcycle Racing: Alex Gramigni é campeão em 125. E também a 250 está no topo: Chili vence em Hockenheim, Assen e Donington e Reggiani em Jerez e Magny Cours, enquanto Biaggi vence em Kyalami. A Aprilia também vence dois campeonatos do mundo de offroad: Tommy Avhala é coroado campeão munidal de Trial com a Aprilia Climber e a Aprilia é campeã mundial de construtores. Após em 1993 tanto a 250 como a 125 confirmarem a sua competitividade mas falharem o título, o ano da consagração chega: é em 1994, quando Max Biaggi vence na Austrália, Malásia, Holanda, República Checa e Barcelona, para se sagrar campeão mundial numa Aprilia.

No mesmo ano, Kazuto Sakata é campeão do mundo na sua Aprilia 125: vence na Austrália, Espanha e República Checa. A Aprilia recebe ainda oito pole positions e nove voltas mais rápidas. A Aprilia também faz a sua estreia na classe 500 com Reggiani a pilotar uma bicilindrica extremamente ágil: uma escolha inovadora, na melhor tradição Aprilia.

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'96 - 2000

Em 1996, Max Biaggi chega ao terceiro campeonato mundial: Malásia, Japão, Espanha, Itália, França, Reino Unido, República Checa, Catalunha e Austrália são os pontos de uma estrada triumfante que leva Biaggi ao terceiro título consecutivo. E o título de construtores chega graças às vitórias de Tokudome na Indonésia, Japão, Alemanha e São Marino, de Perugini na Malásia e Reino Unido de Valentino Rossi na República Checa, de Oetti em Itália e de Gary McCoy na Austrália.

Em 1997, a Aprilia vence mais dois campeonatos do mundo: na classe 125 e de construtores. O novo portador das cores é Valentino Rossi, que domina a classe mais pequena, com 11 vitórias em 15 corridas: Malásia, Espanha, Itália, Áustria, França, Holanda, São Marino, Alemanha, Brasil, Reino Unido, Catalunha e Indonésia.

A época de 1998 é um sucesso para a Aprilia que, na classe 250, vence 13 das 14 corridas, deixando apenas o Japão para a concorrência. Loris Capirossi vence o campeonato. A superioridade da Aprilia 250 é de tal ordem que os pilotos ocuparam todos os três lugares do podium ao mesmo tempo por quatro vezes. A Aprilia também vence o campeonato de construtores, por larga margem.

Na classe 125, Kazuto Sakata vence o campeonato, graças ao domínio no Reino Unido, França, Espanha e Japão.

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2000 - 2005

A consagração chega em 2020: a participar pela primeira vez nas Superbikes com uma equipa oficial, a Aprilia espanta toda a gente: Troy Corser obtém cinco vitórias e quatro superpoles, falhando o título por muito pouco. No World Motorcycle Racing Champioship, os triumfos continuam: Roberto Locatelli é campeão na classe 125, no décimo quinto título da história da Aprilia.

Em 2011, as Superbikes também trazem grande satisfação, com três vitórias (duas para Corser e uma para Laconi), oito pódiums e três superpoles. É um ano de transição no World Motorcycle Racing Championship: na classe 250, a Aprilia obtém cinco vitórias e na classe 125 outras duas (Cecchinello na Catalunha e Sanna na Alemanha).

Mas em 2002, tudo muda: a Aprilia dá conta do World Motorcycle Racing Champioship, com números verdadeiramente extraordinários: dois títulos de construtores em 125 e em 250 e dois títulos de pilotos, com Marco Melandri em 250 e Arnaud Vincent em 125. As 125 vencem 8 das 16 corridas, mas é na classe 250 que a supremacia é avassaladora. As 250 ganham 14 de 16 corridas. 2002 é também o ano da tricilindrica RS Cube se iniciar com a Aprilia.

Em 2003, a Aprilia conquista três títulos: o de construtores em 125 (com 10 vitórias), pilotos em 250 (Manuel Poggiali vence no seu ano de estreia) e construtores em 250 (graças a 14 vitórias). A época de MOTOGP é atribulada: a RS Cube faz um bom início nas mãos de Coilin Edwards e Nori Haga, com a volta mais rápida no GP de França, mas a performance diminuiu no final da época.

2004 e 2005 são dois anos de transição, nos quais a Aprilia regressa ao off-road. O Departamento Racing de Noale dedica-se também ao Motocross, Enduro e Supermotard: a revolucionária Aprilia bicilindrica leva Jerome Giraudo ao título histórico na categoria S2. O título no campeonato de construtores é alcançado no campeonato 125.

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2006 - 2009

Graças ao facto de se ter tornado parte do Grupo Piaggio e à reorganização do Departamento Raving, a Aprilia tem uma época de recordes em 2006, vencendo seis campeonatos mundiais: o jovem Jorge Lorenzo (classe 250) e Alvaro Bautista (em 125) vencem os títulos de pilotos e também são alcançados os títulos de construtores.

Dois títulos de Supermoto são também alcançados (S2), com Van Den Bosch e o título de construtores.

E a época seguinte (2007) é a repetição, com cinco campeonatos: aos de construtores em 125 e 250 juntam-se Lorenzo em 250 e Gabor Talmacsi em 125. Em Supermoto, a Aprilia vende o título de construtores.

Dois outros títulos são obtidos em MOTOGP em 2008: o de construtores em 125 e o de 250, afirmando o domínio da Aprilia nas classes mais jovens. Mas uma revolução estava ao virar da esquina, e em 2009, a Aprilia inicia o seu projeto mais ambicioso de sempre. Simulyaneamente com o lançamento da RSV4 no mercado, uma supersport revolucionária, caraterizada pelo seu avançado motor de 1000 cc, 4 cilindros em V, a Aprilia Racing planeia o regresso às Superbikes. O piloto escolhido para o projeto é Max Biaggi, cujo regresso a Noale se dá 12 anos depois do seu último título na classe 250, com Shinja Nakano como companheiro de equipa. O primeiro ano demonstra um crescimento contínuo para a moto e a primeira vitória surge em Brno. Outros oito pódiums foram acrescentados, o que veio confirmar a qualidade da equipa e dos pilotos. Três títulos mundiais chegam do MotoGP: o de pilotos em 125 com Julian Simon Simon e os de construtores, tanto em 125 como em 250. Em 2009, chegam os primeiros resultados para a bicilindrica RXV 4.5, uma moto que a Aprilia utiliza nas grandes competições internacionais: no Ralie dos Faraos, Paolo Ceci obtém a vitória na classe 450 e a Aprilia term9na em quarto lugar, a competir com motos de motorizações superiores. É o prólogo para a introdução da Aprilia RXV 4.5 no Dakar de 2010.

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2010

Na mais famosa das corridas off-road, a Aprilia RXV ALCANÇA UM EXCELENTE TERCEIRO LUGAR COM Francisco Lopez, e domina a classe 450 SP com Paolo Ceci.

Mas em 2010, é atingido o auge em SBK: A Aprilia RSV4 Alitalia e Max Biaggi, tendo iniciado a época com a intenção de melhorar a moto, depressa alcançam o topo. Uma dupla vitória, em Portimão e em Monza. Lugares no pódium também são alcançados por Leon Camier, o jovem britânico a competir ao lado de Biaggi, que contribui para a liderança da Aprilia no campeonato de construtores.

Um triumfo norte-americano em Miller Raceway lança Biaggi para a frente. Esta é uma posição que não intimidou o já quatro vezes campeão do mundo, a uma dupla vitória é repetida em Misano e Brno. Somente o britânico Haslam tenta deter Max e a sua Aprilia vermelha, branca e verde - que leva o "A" de Alitalia ao topo do campeonato - mas a contenda termina em Ímola.

Max Biaggi é campeão SBK. É o primeiro italiano a vencer esta prestigiada competição, sendo que também entrega o título de construtores à Aprilia.

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2011

A Aprilia reforça o seu estatuto como o construtor europeu e italiano mais vitorioso entre todos os ativos em Moto GP, com 294 vitórias em corridas (151 em 125 e 143 em 250) e 38 títulos mundiais (19 de construtores e 19 de pilotos). A Aprilia vence o título de consrutores em 2011 na classe 125 a quatro corridas para o final do campeonato e, na última prova, no circuito de Valência, Nico Terol é coroado campeão do mundo na classe 125.

Em 2011, a época das Superbikes termina com um 3º lugar em pilotos, para Max Biaggi, que venceu duas corridas e 12 pódiums. Graças a este resultado, combinado com com 4 pódiums do seu colega Leon Camier, a Aprilia Alitalia Racing Team averbou o 3º lugar em construtores.

A Aprilia Racing venceu o campeonato de Supermotard, em S1, em 2011. Ambos os títulos de construtores e pilotos chegaram na última corrida: Adrien Chareyre, da Fast Wheels Team, numa Aprilia 4.5, venceu o título mundial no GP de França

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2012

A época de 2012 de SBK foi o cenário para uma história triumfante: Max Biaggi teve um excelente início, vencendo a ronda de abertura na Austrália. Max liderou a tabela durante quase todo o campeonato, ficando em segundo apenas no round de Moscovo. Mas logo na prova seguinte regressou à liderança, vencendo em Nurburgring num dia histórico para a Aprilia, havendo três RSV4 no pódium na Race 1 (o companheiro de equipa Eugene Laverty e Chaz Davies) e doisduas na Race 2, com a vitória de Davies e com Laverty em segundo.

Para a ronda final em Magny-Cours, Biaggi chegou ao topo da classificação de pilotos, com 30.5 pontos de vantagem sobre Tom Sykes (Kawasaki), 38.5 pontos à frente de Marco Melandri (Bmw) e 68.5 pontos a mais que Carlos Checa (Ducati). No ranking dos construtores, A Aprilia tinha 28.5 pontos de vantagem sobre a Bmw, 47.5 pontos a mais do que a Ducati, 66 pontos à frente da Kawasaki, 152 a mais do que a Honda e 292 a mais do que a Suzuki.

O mau tempo e o 10º lugar na grelha de partida não eram poucas complicações para a tarefa de Max. Na Race 1, Max teve que abandonar devido a uma queda, após poucas voltas. Sykes (que acabou em terceiro) e Melandri (segundo) aproximaram-se perigosamente do piloto da Aprilia. O título chegou na última curva da última corrida: Max fez quinto lugar, o que lhe garantia uma vantagem mínima sobre Sykes, e foi coroado campeão do mundo pela segunda vez. A Aprilia era campeã de construtores SBK.

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2013

Após dominar as classificações durante toda a temporada, a começar pelo extraordinário round de Phillip Island, A Aprilia é coroada World Superbike Manufacturer World Champion, em 2013.

Com este título, a Aprilia leva as cores de Itália ao nível mais alto.

Com 10 vitórias (9 para Laverty, 1 para Guintoli) e 26 podiums, o construtor italiano arrecadou 550 pontos, contra 501 da Kawasaki, 443 da Bmw, 236 da Honda, 185 da Ducati e 8 da Yamaha.

Esta é a peremptória confirmação da superioridade do 4 cilindros da Aprilia RSV4. A competitividade da RSV4 é confirmada pelos resultados da equipa "satélite", arrecadando três podiums (dois para Giugliano, um para Fabrizio) e uma pole osition.

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2014

Em 2014, as Superbikes terminaram com triunfos, tanto para pilotos, com Sylvain Guintoli, como para construtores, graças à Aprilia RSV4.

A temporada de 2014 foi fantástica, e marcada por uma prestação brilhante de Guintoli e da Aprilia, que fizeram frente a Tom Sykes, que parecia inamovível do lugar cimeiro. Mas com uma série de vitórias dos pilotos Aprilia, Sylvain Guintoli e Marco Melandri, foi possível garantir o título de construtores e chegar ao último round, no Qatar, com o francês a apenas 12 pontos do líder.

Na pista de Losail, Sylvain Guintoli terminou a recuperação feita ao longo do campeonato num esforço que ficou na história das Superbikes, e com duas vitórias incontestáveis nas duas corridas noturnas ultrapassou Tom Sykes, ganhando o campeonato pela primeira vez na sua carreira.

A Aprilia duplicou as celebrações ao tornar-se campeã de construtores pelo terceiro ano consecutivo, reafirmando a superioridade técnica da RSV4, a moto que garantiu sete títulos mundiais (três de pilotos e quatro de fabricantes). Esta combinação vencedora (pilotos e construtores)né a terceira para a Aprilia, após vencer a concorrência em 2010 e em 2012.

Após o round americano em Laguna Seca, a vantagem que Sykes (Kawasaki) tinha sobre Guintoli era de 44 pontos, uma enorme diferença com apenas três provas para o final da época. Desde então, a RSV4 e os pilotos estavam no caminho da recuperaçãp, provando serem imbatíveis. Nas pistas de Jerez e de Magny-Cours, a Aprilia dominou, vencendo três vezes com Melandri (com Guintoli em segundo) e uma vez com Guintoli (com Melandri em segundo). Estes pontos obtidos permitiram à Aprilia ultrapassar a Kawasaki no campeonato de construtores e a Guintoli surgir no round do Qatar a apenas 12 pontos de Sykes.

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2015

A época de 2015 marcou o regresso da Aprilia ao MotoGP, um ano antes do inicialmente projetado. Com efeito, a intenção do Grupo Piaggio era introduzir a Aprilia nesta competição de forma a acelerar o crescimento da competitividade, com foco nas questões técnicas e esforços de organização no desenvolvimento de protótipos para a categoria de topo. Por esta razão, a Aprilia Racing foi para as pistas com um acordo com a Gresini Racing. Após uma temporada de "testes", os pilotos Alvaro bautista (Espanha) e Stefan Bradl (Alemanha) conseguiram afinar a Aprilia RS-GP, e até terminar nos primeiros 10 classificados em algumas ocasiões.

Estes eram resultados reconfortantes, especialmente se se considerar que a primeira Aprilia MotoGP é uma moto de laboratório, em larga medida derivada da RSV4 WSBK e que serviu para adquirir a experiência necessária para desenhar o protótipo que correria em 2016.

Paralelamente aos esforços em MotoGP, a RSV4 confirmava o seu status como moto vencedora nas Superbikes. Pilotada pelos pilotos Leon Haslam (Reino Unido) e Jordi Torres (Espanha), o V4 de Veneto venceu 3 corridas e garantiu 10 podiums. Um outro extraordinário pódium (o décimo primeiro em 2015) veio de Max Biaggi que, aos 44 anos de idade e três anos após se ter retirado da competição, emquanto wildcard alcançou um magnífico segundo lugar no circuito de Sepang, na Malásia.

A última corrida de Superstock 1000 FIM Cup entregou a Lorenzo Salvadori e à Aprilia a vitória no campeonato de 2015, alcançada após 4 primeiros lugares e três podiums. A Aprilia também dominou enquanto marca, vencendo o título de construtores com 176 pontos: 34 à frente da Bmw, 39 da Ducati, 64 da Yamaha e 118 da Kawasaki.

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2016

O campeonato inicia com a estreia da Aprilia RS-GP, a primeira moto MotoGP desenhada e inteiramente construida pelo Departamento Racing, com o motor V4 que é desde há muito a referência da Aprilia. Os pilotos, Alvaro Bautista e Stefan Bradl, demonstraram progressos consistentes, com um total de 26 corridas nos pontos nas 18 provas do calendário de MotoGP, resultado que levariam a equipa da Aprilia ao sétimo lugar no final da época.

Nas Superbikes, as RSV4 eram geridas por uma equipa satélite (os pilotos eram Alex De Angelis e Lorenzo Salvadori, fazendo a sua estreia em WSBK). A RSV4 continuava a demosntrar o seu valor. Em MotoAmerica, Claudio Corti e a equipa HSBK (a competir nas Superstock 1000) terminaram com dib+versos podiums, até na frente de motos mais potentes. Nas Superstock 1000 FIM Cup, Kevin Calia terminou a temporada em terceiro lugar, obtendo também diversas provas nos pontos (com dois podiums) nas 8 corridas disputadas.

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